Edição nº 3 • maio/junho 2014

 Janeiro / Fevereiro - 2012

Mesa-redonda: O marketing que move montanhas…

“O melhor produto é Deus, mas, se o vendedor não for bom, ele fica na prateleira”. Para debater a tese, a ESPM reuniu, nesta mesa-redonda, dois pastores, um rabino, um reverendo, e mais quatro professores especializados em marketing religioso. Juntos, Ed René Kivitz (pastor da Igreja Batista de Água Branca), Rinaldo Luís de Seixas Pereira (pastor da Igreja Bola de Neve), Michel Schlesinger (rabino sa Congregação Israelita Paulista), Aldo Quintão (deão da Catedral Anglicana de São Paulo), Oscar Quiroga (instrutor de Raja Yoga do Suddha Dharma Mandalam), Jorge Claudio Ribeiro (da PUC) e os professores da ESPM – Francisco Gracioso, Ismael Rocha e Mário René – falam sobre os novos pilares do marketing religioso no Brasil.

 

Confira alguns trechos da mesa-redonda realizada pela Revista ESPM:

“O espetáculo do rico é no Mosteiro de São Bento, que fica abarrotado aos domingos. Na periferia, as pessoas lotam as igrejas neopentecostais.”

“O publicitário Alex Periscinoto disse  que o maior símbolo de marketing do mundo é a cruz, conhecida em qualquer lugar do planeta.”

“Se Deus dependesse da gente para sair da prateleira, estaria lá até hoje.”

“A essência daquilo que levo não muda nunca, é inegociável, mas a forma como comunico precisa se adequar às necessidades daquela geração.”

“Hoje, tem pastor que desponta no segmento evangélico usando chapéu de boiadeiro e falando a linguagem do povo para arrebanhar multidões.”

“A fé é o alicerce de todas as religiões e responde a essa suspeita que temos de que o universo é uma arquitetura inteligente.”

“Segundo o IBGE, a Igreja Majoritária Católica perde 1% de fiéis por ano no Brasil.”

“As nossas igrejas não são tão claras, pois mudam tudo, não só as circunstâncias, mas também os valores, de acordo com as conveniências.”

“Deus não é um produto bom sempre e as pessoas começam a perceber que aquele não é um Deus verdadeiro, é um ídolo.”

“As religiões, às vezes, se veem no meio do caminho entre suas tradições e as demandas dos fiéis.”

“A modernidade tem o valor da individualidade da busca. Hoje, temos mais liberdade na subjetividade.”

” Nossa transmissão  é matrilinear, de mãe para filho ou, eventualmente, quem se converte ao judaísmo por iniciativa própria, que é testada mais de uma vez.”

“Na pré-modernidade, Deus ocupava o centro de tudo. Na modernidade, o homem passou a ser o centro e na pós-modernidade não temos mais o centro.”

“A Universal do Reino de Deus é uma mistura simbólica de protestantismo histórico, catolicismo romano e religião afro.”

A reportagem completa você lê na Revista da ESPM (janeiro/fevereiro 2012).

 

Assista a um trecho da mesa-redonda O marketing que move montanhas


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Comentários

  1. Paulo Rogério Morais diz:

    Gostei das falas. Sou professor de Psicofarmacologia na Univeridade Federal de Rondônia e em 2010 escrevi um livro sobre esse tema. Acho que pode interessar aos debatedores: http://www.perse.com.br/novoprojetoperse/WF2_BookDetails.aspx?filesFolder=N1329170285168

Programado por: Rodrigo Vieira Eufrasio da Silva